Hoje na política inrternacional assiste-se a um festival de alianças entre países em formas de blocos econômicos e fóruns temáticos o que representa primeiramente o êxito do processo de cooperação e de manuntenção da paz que se propôs a ser constituído entre as nações após a II Guerra Mundial com a criação da ONU.
Todavia os rumos desses blocos e fóruns é de grande preocupação para os analistas internacionais pois muitos deles vêem que os acordos entre os países vem favorecendo substancialmente os países mais poderosos.
O G20 é um importante exemplo. Ao mesmo tempo em que se mostra um bom espaço onde países como Brasil pode trocar idéias e experiências com países mais fortes é uma oportunidade de demonstrar mais uma vez quem manda no sistema internacional e quem obedece e por isso tantas manifestações contrárias são promovidas durante os dias das reuniões.
Muitos analistas preferem, então, voltar-se a grupos maiores como o G192 (assembléia geral da ONU) ou grupos em formação como a ALBA onde ainda se pode remediar e onde os interesses de países em desenvolvimento podem ou conseguem atingir um nível maior de visibilidade.
O G2 que tenta a se transformar em G3 também é bastante preocupante. É formado atualmente por Estados Unidos e China que almejam a adesão da União Européia (que não firma acordo por causa da desaprovação de muitos de seus integrantes).
Muitos analistas preferem, então, voltar-se a grupos maiores como o G192 (assembléia geral da ONU) ou grupos em formação como a ALBA onde ainda se pode remediar e onde os interesses de países em desenvolvimento podem ou conseguem atingir um nível maior de visibilidade.
O G2 que tenta a se transformar em G3 também é bastante preocupante. É formado atualmente por Estados Unidos e China que almejam a adesão da União Européia (que não firma acordo por causa da desaprovação de muitos de seus integrantes).
Um grupo assim é altamente perigoso por englobar todos os gigantes do sistema internacional em uma única empreitada que pode representar o silêncio eterno para combatentes antigos como México, Índia e Brasil que sempre lutaram por um lugar ao sol. Felizmente para tais potências emergentes o G2 apenas representa um diálogo, nada ainda muito formalizado.
Com isso, fica a dúvida se é ou não benéfico a formação de blocos de cooperação e se isso representa realmente o suceeso do multilateralismo ou mais uma ferramenta de manipulação da política externa por parte dos grandes centros que conseguem assim sugar de maneira mais sutila as perifeirias.
Com isso, fica a dúvida se é ou não benéfico a formação de blocos de cooperação e se isso representa realmente o suceeso do multilateralismo ou mais uma ferramenta de manipulação da política externa por parte dos grandes centros que conseguem assim sugar de maneira mais sutila as perifeirias.


que isso hein rafa, falou agora igual a um analista internacional!!^^
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